Ainda lembro de quando eu era menor e admirava árvores de natal. As decorações dourado e vermelho, os querubins, as luzes e as canções natalinas. Uma crença tão inocente e tão forte em um Papai Noel do pólo norte. Um sentimento de aconchego, felicidade e segurança.........
Sinto falta.
Depois que te arrancam os óculos cor-de-rosa você conhece um mundo cruel.
Assassinam seu Papai Noel. O dourado e o vermelho não passam de disfarces para hipocrisia, os querubins não são mais do que demônios disfarçados, as luzes tentam ofuscar uma verdade tão óbvia e as canções começam a danificar seu cérebro em um looping enjoativo sem fim...
E não há mais aconchego, felicidade e segurança... Ao menos nada comparável ao de antes.
As coisas boas passam a te lembrar dessa época nostálgica e você vê que, por mais belo, lindo e completo que tudo esteja, é muito difícil voltar a ser como era. São muitas cicatrizes...
Por quê...?
PS: A libélula ama o falcão.
16.4.07
23.3.07
Fim
"... quando mergulhei em seus olhos, tive medo. Não sabia para onde estava indo, mas me deixei afundar. A única coisa que soube, desde o primeiro momento, era que era quente e confortável. A sensação mais agradável que minha alma já havia sentido..."
Amar pode doer. Mas não, não me arrependo.
ó.o
Amar pode doer. Mas não, não me arrependo.
ó.o
16.3.07
Qual será a história de uma pessoa que acaba um dia no metrô falando sozinha, toda suja e desarrumada?
Você vê mais de 30 anos marcados naquele rosto e o olhar de uma experiência que a levou a criar um mundo próprio. Geralmente, um alguém carregado de uma certa mágoa ou indignação e um jeito determinado e hostil. E a absoluta incompreensão de resto do mundo.
Se foi sua solidão, se foi um único fato relevante ou se foi a simples verdade da realidade. Uma pedra da cabeça, um amor mal terminado ou uma alma quebrada mesmo... Tantas possibilidades...
Então nós, pessoas comuns da massa que testemunhamos esse resultado de um trajeto de vida desconhecido, saímos de nossos próprios caminhos para observar. E achamos, como numa tendência estúpida, que tudo se resume àquele momento.
A verdade é que tudo tem uma história. Por mais inimaginável e irreal.
Mas são pouquíssimos os que estão disponíveis a pensar nisso...
Se foi sua solidão, se foi um único fato relevante ou se foi a simples verdade da realidade. Uma pedra da cabeça, um amor mal terminado ou uma alma quebrada mesmo... Tantas possibilidades...
Então nós, pessoas comuns da massa que testemunhamos esse resultado de um trajeto de vida desconhecido, saímos de nossos próprios caminhos para observar. E achamos, como numa tendência estúpida, que tudo se resume àquele momento.
A verdade é que tudo tem uma história. Por mais inimaginável e irreal.
Mas são pouquíssimos os que estão disponíveis a pensar nisso...
Assinar:
Postagens (Atom)